- Precisei meio que a forçada.
* * *
- Eu não quero saber, Scooter, eu não to ligando pra isso, da um jeito, eu já marquei o horário pro meu jato particular decolar meu amigo –Disse ele enquanto andava de um lado para outro na sala de estar, quase cavando um buraco ali mesmo de tanto nervosismo, já estava de malas prontas e decidido a reconquistar a moça que lhe dava calafrios e lhe fazia rir sem intenção alguma. Ela deixava-o feliz, ela o fazia por os pés no chão, e fazia perceber que ele realmente não era o centro do mundo, e sim ela... Ela era tudo, tudo que reluzia de mais precioso no mundo.
- Como vai fazer? Sabe que se os fãs descobrirem iram lotar todo lugar que você for.
- Faz uma identidade pra mim, eu vou tingir meu cabelo, e compre roupas novas, não no meu cartão, no seu. Pra que ninguém desconfie, e diga que estou passando um tempo em uma reabilitação.
- OQUE? REABILITAÇÃO?
- Seja criativo, invente qualquer merda, eu não quero nada atrapalhando meu tempo com ela, e eu também preciso saber oque ela tem.
- Vai tingir mesmo o cabelo?
- Só um pouco, pra não parecer muito.
- Use uma peruca, idiota. Suas fãs morreriam outra vez se tu mudar esse topete James Dean. –Ele resmunga por fim dando-se por vencido e se levantando.
- Que tipo de roupa quer que eu compre?
- Oque os brasileiros costumam usar, sei la, acho que agora eles devem estar no inverno.
- Vou procurar isso, e tiramos sua identidade mais tarde. Tente não ser pego, porque isso é crime.
- Oque acha que vou fazer? Eu estou indo pra ver a Faith, não pra importar drogas de lá.
* * *
Bieber coçou a barba por fazer impaciente, enquanto passava os dedos entre os cabelos incrivelmente naturais e perfeitos de sua peruca, quase lhe dando a impressão de próprio. Havia também colocado uma lente preta, agora seus olhos estavam negros e intensos, diferentes dos de Phelipe. Justin pela primeira vez enquanto carregava sua mochila nas costas sentira-se normal, sentira-se livre, não havia seguranças –Apenas os que o escoltavam de um carro em alguns metros para qualquer contratempo- Não havia fãs loucas, não havia aquela sensação de superioridade, ele sentia-se um humano. O sol era intenso, seus olhos agora negros eram protegidos por óculos escuros, ele usava bermuda jeans caídas mostrando a sua cueca branca, uma camiseta branca que mostrava bastante as laterais de seu corpo, como um típico garoto de São Paulo amante de pistas de Skate. Ele passara de boa intenção em uma floricultura, olhou bem para as flores e sorriu pensando em levar para Faith, só então percebendo que ele não sabia de que tipo de flores Faith gostava, vá saber, Faith é tão do contra e imprevisível que é impossível saber se ela realmente gosta de flores.
- Desculpe, mas qual flor a senhora acha que agradaria uma mulher? Bem, que não fosse tão comuns como rosas, ou cravos. –Ele disse em seu idioma tendo a sorte da senhorinha ser nascida na Inglaterra e mudada já jovem pro Brasil.
- Tulipas, além de serem lindas elas tem um significado.
- É mesmo?
- Quando o senhor da tulipas a uma moça tas a lhe jurar amor eterno, e também a pedir-lhe perdão por algo que cometeu e que se sente realmente arrependido.
- Essa parece ser a flor exata para ela –Ele respondeu risonho, a pobre idosa sorriu e lhe entregou o buquê recheado de tulipas vermelhas, vivas e recém molhadas como se tivessem pegado o sereno da noite passada a alguns minutos. Ele entregou o dinheiro a moça e pediu-lhe obrigado, a moça sorriu e lhe grunhiu docemente um “boa sorte, meu filho”. Ele regressou a agradecer, e com tamanho sorriso a moldar-lhe os lábios caminhou até pegar um táxi e com dificuldade conseguir falar para onde era seu destino, fora um momento tão desastroso, que ele só conseguira seu destino quando tirou os papéis que preenchiam o bolso, lhe mostrou o número da casa e a rua. O homem finalmente desprovido de conhecimento respondeu “Yes-Yes posso levar you lá” Pobre de ambos, era de sentir pena dos dois, por um lado o taxista que mal sabia falar a língua mãe mesmo recebendo com frequência americanos em seu táxi, do outro lado um Canadense que se arriscara indo para um país em que poucas pessoas falam sua língua. Ao chegar em seu destino ele entregou o dinheiro ao homem e pedira um obrigado bem mal falado, mas que era a única coisa que sábia falar naquela língua tão estranha e difícil. O homem respondeu com um aceno de cabeça e saiu acelerando o carro. Precisava correr para ganhar a vida. Justin respirou fundo, sugando todo ar que pairava em seus pulmões destruídos e caminhou até a porta da casa de Faith, olhou em seu relógio e marcavam exatamente 15:34. Ele deduziu que seria a hora dela estar em casa e não na faculdade. Com os nós dos dedos ele deu, uma, duas, três, quatro, cinco batidas na porta, e nada, nada de Faith aparecer. Na sexta batida já deixando-o bastante amuado e tristonho, o pai de Faith abria a porta com um semblante destruído, as faces rubras, os ombros caídos. Era obvio que Faith já havia lhe contado sobre o ocorrido
- Quem é você ? –Justin olhou-o sem entender oque ele dizia
- Olá, eu queria saber se a Faith esta.
- Quem é você? –Ele perguntou novamente dessa vez de um modo que ele pudesse entender.
- Eu... Eu sou –Ele gaguejou tentando lembrar o nome que Scooter escolhera- Rodolfo.
- Rodolfo? Rodolfo me desculpe, mas é que a Faith no momento não pode atender, estamos tendo problemas. É amigo dela? –Antes mesmo que Justin pudesse responder, Faith aparecia com um sorriso a brincar nos lábios, um sorriso pequeno, quase não visível, como de quem guardava um segredo, mas também tinha uma expressão apreensiva, oque o deixava cada vez mais confuso. Que problema eles estavam tendo? Ele pensouRodolfo hahaha, to sabendo. E ai? Oque acharam? Bom, não vai dar pra postar os dois capítulos hoje, me desculpem mesmo. Bom, talvez se tiver 8 comentários no próximo eu posto no domingo oque acham? Ai como é final de semana dá pra postar dois, em fim comentem bastante. Hahaha, amei os comentários do capítulo anterior, suas fofas, amo vocês até o próximo capítulo




Continua logo amr
ResponderExcluirRealmente estou indignada como podem comentar apenas um ''continua'' em sua fanfiction sério, a fic é prefeita e merece até uma adaptação para o teatro, cinema, livros e qualquer coisa que um dia ainda irar existir, você não pode fazer isso comigo, ela não pode morrer, como você ousa? Vou cortar sua cara com gilette, por favor, a fic merece segunda, quarta, nona temporada. É perfeita e amor você escreve super bem, DEPOIS que você terminar a fic aqui você poderia posta-lá no Social Spirit, quando li sua fic eu já a conhecia por uma ''inspiração'' á sua fic que postaram no Social mas resolvi não comentar porque podia ser você postando aqui e lá, e devo te falar que a sua fanfiction e sua escrita é bem melhor que a dela, isso foi um dos motivos para eu não lê-la mais, ela tinha uma boa história nas mãos e a deixou um lixo. Diferente de você que superou todas minhas expectativas para a fic e a fic está maravilhosa e não poderia estar melhor. Continue rápido e não desista da fic, você tem um grande potencial, e essa com certeza é uma das minhas fanfics favoritas.
ResponderExcluirCom amor, Thaís.
Olá Thais, esse foi o melhor comentário que já li sobre minha fic, não digo que ela é isso tudo, muitas vezes pensei em excluí-la porque ela estava decaindo e escrita dela estava ficando feia, perdi a inspiração muitas vezes acabei escrevendo por fim qualquer porcaria que vinha a mente, hahaha. E essa porcaria resultou nessa doença que ainda não sei se resultará na morte dela. Então fique calma, não tenho certeza se irei deixa-la morrer. Bom, eu não entendi quando disse sobre a menina que postava no anime, ela tinha o mesmo tema que o meu? Ou algo assim? A história dela é parecida com a minha?
ExcluirObrigado por ler flor, na verdade eu até postei o primeiro capítulo a um tempinho lá no anime, mas fiquei com preguiça de continuar postando lá, mas vou fazer um esforcinho pra postar lá ta?
MEU DEUS! ESTÁ PERFEITO, PARABÉNS! CONTINUA, PELO AMOR DE DEUS
ResponderExcluirAdoro sua Fic, mas to revoltada aqui. COMO ASSIM "NAO DEU PRA POSTAR 2 CAPÍTULOS?" DOMINGO POSTA 3 ENTAO. NAO ME MATE DE CURIOSIDADE PELO AMOR DEUS. CONTINUA
ResponderExcluirCoontinuuaa
ResponderExcluircontinua
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