- Porra para de gritar -Grunhiu a menina ao telefone, era o segundo telefonema só aquela manhã. Seu pai questionava seu comportamento, ela vinha sendo fotografada em festas regadas de drogas -Mesmo que ela não usasse- Vinha sendo fotografada com Justin em fotos um tanto polemicas, e vinha fazendo tudo que ela mesma julgava ser um modo de vida errado.
- Oque você disse, Faith? Oque esta acontecendo com você? Eu quero que entre em um avião hoje, e venha para casa, ou eu vou buscar você.
- Aé? E você vai me obrigar a entrar o avião? Eu tenho dezoito anos, e estou com dor de cabeça. Por favor me ligue outra hora.
- Você tem se drogado, Faith?
- Não papai, eu não sou idiota. Vou desligar, preciso sair -Ela desligou pondo o celular a mesa. Justin levantou os olhos para olha-la
- Vai pra onde?
- Não é educado ouvir conversa alheia.
- Pra onde você vai, Faith?
- Não é da sua conta -Ela levantou-se da mesa
* * *
E assim se passara mais um dia de Justin e Faith, cada um pro seu canto. Faith em qualquer bar da cidade se embriagando fugindo da realidade obscura que era sua vida, e Justin no estúdio tentando não pensar onde Faith poderia estar. Ele estava realmente cansado das brigas, mas era dele ser o cafajeste que era, não conseguia se render de todo a aquilo que estava sentindo por Faith. Já era noite quando ele havia chegado do estúdio, jogou suas chaves em qualquer canto da casa e subira sem se importar se Faith poderia ou não estar em casa. Após seu banho, e com o passar das horas trancado ao quarto ele não ouvira nem um roído se quiser pela casa, e também Faith fazia uma barulhada só, quando chegava bêbada. Esbarrando nas coisas e as vezes até caindo tão pesada quanto uma bigorna pelos corredores. Em passos leves e receosos ele direcionou-se até o quarto de Faith, no relógio marcavam onze da noite. Ela já deveria ter chegado pois não dava as caras em casa desde a manhã. Sem bater entrara no quarto, Faith estava deitada a cama olhando para teto, seus cabelos molhados indicando que ele estava de banho tomado, seu semblante caído, amuada com a vida que estava tendo.
- Faith? -Ele relutante a chamou
- Que é?
- Desculpa.
- Hum -Ela murmurou fechando os olhos
- Desculpa ser um idiota, o tempo todo.
- Hum.
- Desculpa te... desapontar -Ele quase gaguejou, ela fazia-o sentir-se fraco e desprotegido. Ela sentou-se corretamente para olha-lo
- Oque?
- Desculpa não ser o príncipe que você sonhava.
- Nunca pensei que você fosse um príncipe, mas era bom pensar que você era gentil, cavalheiro e atencioso.
- Pode não parecer mas as vezes eu sou atencioso com você.
- Não é.
- Essa semana eu tenho sido bem atencioso, eu tenho que te levar pro banho toda noite, te fazer comer -Ele riu sem animo- Tenho feito você dormir, tudo que faço é porque me importo contigo
- Você só me fez comer uma vez.
- Oque eu to tentando dizer é que eu realmente tento ficar bem com você, mas você não facilita.
- Você só me usa -Ela suspirou
- Não pensei que isso fosse importar.
- Que mulher não se importaria de ser usada?
- Bem as... -A moça olhou-o com os olhos semi-serrados interrompendo-o
- Não diga prostitutas
- Ok -Ele respirou fundo- Me diga, diga oque quer de mim, estou disposto a tentar mudar isso que vem acontecendo com a gente.
- Temos quanto tempo?
- uma semana e meia.
- Promete uma coisa pra mim? -Ela aproximou-se dele. Era a primeira vez em dias que eles conversavam normalmente.
- Se você prometer parar de beber que nem maluca.
- Talvez -Ela balançou a cabeça e estendeu o dedinho para ele- Eu prometo que paro de beber, e você promete não transar com ninguém enquanto eu estiver aqui, só eu claro, e também tem que me prometer que suas únicas drogas serão a nicotina e a cafeína.
- Essa é sua forma de me pedir em namoro? -Ele riu.
- Vai prometer de dedinho ou não?
- Ta, ta. Mas vai ter que me recompensar por isso -Eles entre-lassaram os dedos, ela sorriu doce como uma criança ingenua.- E agora? Oque faremos?
- Sei la, você me beija?
- É, acho que é isso -Ele puxou-a para seu colo e ela sorriu beijando-o os lábios, só em pensar que isso poderia ter acontecido antes faziam ambos sentir-sem como idiotas.
- Você agora não pode negar que é minha.
- Lembre-se, nunca se quebra uma promessa de mindinho. -Ela sorriu contra os lábios dele
- Minha puta.
- Você agora pertence a mim, Bieber. Você é totalmente meu
- Apenas seu.
* * *
- Eu vou querer todos eles -Bieber disse apontando para toda aquela pratilheira de doces, Faith olhou-o erguendo uma sombra-lha
- Por que todos esses doces?
- Eu quero ué -Ele permitiu-se revirar os olhos. E por fim acabaram as compras na loja de guloseimas, Justin deu a bolça de doces para seu segurança carregar e saíram da loja, logo após Faith fazer Justin aceitar a tirar uma foto com a moça do caixa. Ela aos poucos o fazia voltar a ser como era, ele não voltaria a ser o Justin de antes em uma semana mas com ela, ele tentava ser melhor. Ele agarrou a mão da moça entre-lassando seus dedos e beijou-a a face
- Oque estas fazendo?
- Te beijando.
- Eu sei, mas tu sabes estamos em público.
- Tu me pedis-te em namoro, então eu posso beijar minha namorada no shopping o quanto eu quiser
- Eu não pedi tu em namoro, só propus um acordo.
- Tanto faz, eu não ligo pro que vão dizer.
- Idiota -Resmungara ela, eles pararam na praça de alimentação. E Justin pediu ao seu segurança para pedir seus pratos enquanto eles esperavam a mesa.
- Dei-me um beijo? -Ele sussurrou puxando cadeira para mais perto da moça.
- Não.
- Vamos fazer outro juramento -Ele estendeu o mindinho a ela.
- Que juramento?
- Que toda vez que eu pedir-te um beijo, tu vais me dar -Ela riu
- Não abuses do juramento de mindinho, Bieber.
- Vai, to esperando -Ele apressou-a risonho
- Ta bom -Ela entrelaçou os dedos com o mesmo, que inclinou-se beijando-a nos lábios, chamando atenção de todo Shopping. Perto o suficiente para tirarem fotos sem incomoda-los alguns paparazzi surgiam, algumas fãs filmavam embasbacadas e desacreditadas. Justin sem importar-se com as pessoas acariciou a face da moça olhando-a nos olhos
- Queria esclarecer uma coisa.
- Que coisa? -Ela ergueu uma sombra-celha para ele
- Quando chamo-te de vadia, não é por que tu és uma vadia como as outras, por que você é diferente, Tu és só minha entendes? Minha vadia -Ele colou brevemente seus lábios nos dela dessa vez causando uma pequena euforia das fãs ali perto. No entanto ambos tentavam ignorar aquilo.
- Meu nome é Faith, não vadia -Ela disse séria
- Ok, é um sacrifício que posso fazer, chamar-te de faith. Mas penses, vadia és apenas um apelido carinhoso
- Não a de ser nunca -Ela se afastou
Bom dessa vez irei cobrar comentários, só continuo se tiver mais de seis comentários. A partir daí vai ficando mais interessante, mas acho que só fica interessante mesmo quando estiver nas ultimas semanas. Então é isso, só continuo com comentários, se não, sem atualização de Flatline, é isso, até pessoal. Outra coisinha deem uma olhadinha na minha fic nesse blog aqui >> http://imagine-belieberloove.blogspot.com.br/




continua
ResponderExcluirContinua, eles estão tão fofos.
ResponderExcluircontinuaa
ResponderExcluircontinua continuaa
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