- Se você fosse sempre assim durante o tempo em que estive aqui isso seria mais frequente -Falei
- Consegui? -Sorri sacana
- Talvez -Ele pois uma mexa do meu cabelo para trás da orelha.
- Talvez? -Meu tom saiu manhoso
- É, talvez senhorita -Ele voltou a deitar sua cabeça em meus seios, e eu voltei a acariciar seus cabelos da nuca. Até ouvir meu celular tocar na mesinha, Justin passou a frente a pegar o celular.
- É aquele babaca de novo -Ele grunhiu mudando seu tom completamente, eu tentei pegar de sua mão mas ele apressou-se a atender.
- Oque você quer? -Ele perguntou rude, eu puxei seu cabelo. Ele gemeu e riu se sentando- Estamos ocupados, se é que você me entende amigo... Me diz, por que você liga tanto pra ela... Haa, só amigos né... Se fossem mais do que isso eu estaria com pena de você ...
- Justin -O repreendi dando um tapa estalado em seu ombro, ele contentou uma risada.- Justin me da o celular e para com isso, por favor.
- Por que?... Não importa já que você é só amigo... Você não tem chances, ela prefere homens de verdade sabe? Como eu... -Ele gargalhou tombando a cabeça pra trás, pus a mão no rosto suspirando, ótimo se eu pensava em sair com Phelipe quando voltasse, aquelas chances foram esgotadas- Eu não preciso comprar cara, eu sou o Justin Bieber... Agradeceria se parasse de ligar, você tem estragado nosso tempo juntos... Eu não mudei ninguém seu merda, ela deve ter percebido que você é um babca... Faça um favor a você meu caro, e esqueça a, Faith, ok? Ela merece algo melhor que você... Talvez... Ela merece alguém que não encha a porra do saco dela quando ela acaba de -Pulei encima do mesmo pegando o celular de suas mãos, ele gargalhou. Eu senti minhas bochechas esquentarem e me sentei corretamente
- Phelipe eu... -Ele interrompeu-me
- Ta transando com ele? A quanto tempo, Faith? -Disparou em um tom nervoso, mordi o lábio superior e passei os dedos entre meus cabelos pós-sexo
- Eu... Sinto muito -Minha voz saiu falha, Justin gargalhou vestindo sua boxer novamente indo até a cozinha. Maldito idiota, era uma tendencia ele estragar tudo mas isso... Isso é mais do que uma estupidez.
- Ha, você sente muito? -Seu tom tinha uma pitada de ironia e estresse- Você sente muito me fazer de otário, Faith?
- Cara, eu e você nunca existiu. Eu e Justin não vai ter futuro alem dessas semanas, Phelipe. -Falei e após uns minutos calados ele respirou fundo
- Esquece o talvez eu e você no futuro.
- Mas, Phelipe... -Ele novamente cortou-me
- Só esquece, Faith. E desculpe atrapalhar seu sexo
- Espera, Phelipe eu preciso te pedir uma coisa
- Oque?
- Não conta pra ninguém, por favor.
- Contar pra que? Contar por que? Pras pessoas verem que eu estou aqui como um babaca e você dando pro grande imbecil, Bieber?
- Quer saber, Phelipe? Eu não vou ficar me desculpando por isso, você não tem nada a ver com a droga da minha vida -Desliguei o celular e joguei-o contra o sofá, passei as mãos entre os cabelos nervosa, droga, droga, droga.
* * *
- Sai, Justin. Eu não quero papo com você -Empurrei Justin que envolvia seus braços em minha cintura quando abaixei para pegar minha roupa no guarda-roupas.
- Qual é? Eu sou melhor do que ele -Ouvi-o murmurar e se jogar em minha cama. Seu perfume inundava meu olfato
- Eu e você é até eu sair daquela porta e terminar o contrato, você não entende que eu tenho uma vida completamente diferente dessa? -Virei-me para olha-lo- Quando tudo terminar você vai continuar com sua vida falsa, com essa fachada e pode até mesmo morrer de overdose daqui uns meses, e eu vou voltar pro meu país, vou voltar a ser apagada, vou voltar a ficar em casa o tempo todo sozinha com meus livros, e a única coisa que poderia agradar meus futuros dias seriam a possível entrada do cara mais bonito do meu trabalho entrando literalmente em minha vida, e você estragou tudo isso contando a ele, e o ofendendo dessa forma -Respirei fundo.
- Por que acha que não vamos nos ver mais quando isso terminar? -Ele sorriu largo- Eu quero voltar a sentir você rebolando pra mim outra vez, benzinho
- Você vai gastar seu tempo indo pro Brasil só por mim? -Gargalhei descrente e vestindo minha camiseta rosa bebe.
- Claro, você é melhor em lap dance que qualquer outra, gatinha -Ele sentou-se e pegou seu celular
- Não minta pra mim, Justin. Nosso ódio é mutuo, não se esqueça -Vesti minha calça moletom cinza e me sentei ao seu lado da cama.
- Olha -Ele tirou os olhos do celular para olhar para mim- To tentando mesmo me dar bem com você, eu não te odeio, gosto da sua amizade, e minha turnê começa daqui um ano, ano que vem eu vou no Brasil e adivinha quem vai fazer uma visita lá no seu quartinho, na sua caminha pra te dar uns beijinhos? -Ele disse quase em um tom manhoso, sua bipolaridade me atordoava
- Vai me esquecer rapidinho -Deitei minha cabeça em seu ombro.-
- Ta vendo? Não tem ódio, não é mutuo -Ele riu.- Vamos tirar uma foto?
- Não, eu não sei oque o, Phelipe pode dizer ou se ele vai vender oque você disse pra algum site. Eu não quero que as pessoas fiquem falando
- Cala a boca e vem aqui -Ele pois seu braço por cima do meu ombro abraçando-me de lado, eu suspirei escondendo minha face em seu pescoço enquanto ele tirava a foto.
- Quer sair pra jantar?
- Acabei de por minha roupa pra dormir, Justin -Relaxei minha face em seu ombro
- Eu sei um lugar onde podemos ir.
- Não quero -Meu tom saiu manhoso
- Sabe que essa coisa de voz dengosa não funciona comigo né? -Ele se levantou
- funciona sim -Abracei o travesseiro e fechei os olhos-
- Não estraga meu bom humor, vá se vestir.
- Eu to cansada.
- Quando eu voltar eu quero você vestida -Ele disse mudando seu samblante, bufei me levantando.
* * *
- Bonsoir, nous voulons Coq au vin bourguignon accompagné de son meilleur vin rouge, s'il vous plaît -Justin pedia elegantemente nossos pedidos esbanjando seu sotaque quase tão bonito quanto um nativo francês. Ele ficava obviamente sexy falando, Fracês. Sua voz mudava, e ele de alguma forma parecia elegante e maduro falando aquela linguá, não consegui deixar de morder o lábio inferior enquanto ele falava. Eu me arrisquei a palpitar com meu pouco francês que ele havia pedido Coq au vin bourguignon com o melhor vinho tinto que eles teriam. Fiz um ano de Francês e espanhol, meu pai pagou um professor particular por que a algum tempo eu me candidatei a fazer intercambio, mas como já deve estar claro eu não consegui, porque se eu tivesse conseguido obviamente eu seria uma feliz cidadã francesa ou espanhola, e não estaria aqui passando por cada coisa constrangedora com esse maldito idiota
- Mon seigneur, vos frances vous rend très sexy et élégant. -Falei para ele quando vi o garçom sumir a poucas mesas de nós, ele olhou-me surpreso
- A brasileirinha é poliglota? -Ele sorriu observador- Que mais surpresas tem a me fazer? -Ele molhou os lábios, em um ato costumeiro-
- Eu aprendi um pouco da linguá coreana porque particularmente sou obcecada por doramas, e eu assistia os doramas junto com a coreia então você sabe, tive que me virar para aprender.
- Você fala quatro linguás? -Ele perguntou-me quase boquiaberto, eu sorri
- Na verdade, eu falo cinco, mas é bem pouco.
- Oque você é? Gênio?
- Estou treinando para quando ficar nos meus últimos dias, quero conhecer cada maravilha, e por ultimo visitarei Paris, minha adorável Paris -Suspirei, ele sorriu com o canto dos lábios.
- Quer morrer em Paris ? -Ele sorriu, um sorriso gostoso de se admirar moldava-lhe os lábios rosados e admiráveis.
- Se possível observando a torre Eifel.
- Que maneira triste de pensar -Ele desmanchou o sorriso.
- Por que triste? -Ergui uma sombra-celha
- É triste você programar sua morte, eu não quero pensar em como quero morrer, não sei oque pode acontecer, e isso é um tipo de nostalgia, programar o futuro.
- Ora -ofereci-lhe um sorriso- O grande Justin Bieber não é de todo um estúpido.
- Ninguém é tão estúpido a ponto de não ter uma visão da vida -Ele tornou a molhar os lábios rosados, pus uma mecha de meu cabelo para trás da orelha.
- Bem, Mon seigneur. Pode até ser um tipo de nostalgia futura, mas eu não posso descartar que definitivamente eu queria passar meus dias de idosa em Paris.
- Por que Paris?
- Eu não sei, talvez por ser a cidade do amor -Sorri esperançosa só em pensar naquele futuro-
- Que bobagem -Ele grunhiu.- Cidade do amor
- Eu acredito no amor, idiota -Revirei os olhos- Não me importo se não acredita.
- Amor é uma bobagem criada pelas mulheres para terem motivos para prender-nos em um relacionamento.
- E o amor familiar? É uma bobagem ?
- É diferente -Ele disse e eu pude ver o garçom chegar com nossos pedidos. Colocando-os a mesa
- Mon seigneur, aqui esta seu Coq au vin bourguignon. -Ele terminou de nos servir enchendo nossas taças com vinho tinto e logo retirou-se educadamente. Sinto que ele havia mudado de humor depois daquilo, fazendo sua refeição completamente quieto, mal olhou-me, apenas distraia-se vez ou outra com seu celular, ok, não achei que ele fosse mudar apenas por aquela conversa. Logo após esse tempo de silencio durante até o fim do jantar ele pediu Clafoutis, uma típica sobremesa feita com cereja. Ele não desgrudou os olhos do celular enquanto esperava a sobremesa. Bati levemente minhas unhas pintadas de vermelho vinho, ele levantou os olhos para olhar para mim, mas logo retornou a observar o celular, suspirei olhando em volta. Era a primeira vez que os olhares não estavam encima dele
Yo, minna-san. Vamos direto ao ponto, preciso ir a escola. Então, eu não ia postar Flatline, porque? Ah, porque eu percebi que Flatline esta tipo uma grande bosta, eu tenho ela escrita até o capitulo 30, e tenho certeza que os piores capítulos são esses até o 16, então por isso não irei lhes cobrar comentários ok? Se ainda quiserem essa fic, comentem, tanto faz, em fim, é a critério de vocês.




Continua, ta cada dia mais perfeito <3
ResponderExcluircontinua
ResponderExcluirContinua bb...pode ser maldade da minha parte hahaha mas eu gostaria que a Faith fosse embora daí o JB sentisse a falta dela e caísse na real pra parar de agir assim sabe?..
ResponderExcluirContinua amr <3