- Talvez você tenha razão -eu sorri e voltei a olhar para a tela do computador.
- América me traga um café , e traga rosquinhas -Disse o sr. Jacobsen , parando em frente minha mesa, esse é mais um que ira para minha lista. Talvez se ele e Kara sumirem eu pulo do cargo da Kara para o cargo dele, oque seria melhor do que trabalhar para esse gordo nojento.
- Sim senhor -murmurei, e me levantei pegando meu casaco, ele me entregou o dinheiro
- Vê se não demora, estou faminto.
-O.K, estou de volta em 15 minutos -falei
- Tudo bem -e então ele me deu as costas, seu rosto ficaria mais bonito desfigurado com as marteladas que eu daria nele. Oh, eu daria tudo para ir ao enterro dele, e dizer "ele foi um bom chefe, mas o diabo o espera de braços abertos", obvio eu seria expulsa do enterro, mas nada seria tão bom como dizer isso. Sai do prédio e andei um pouco até chegar a cafeteria, eram cinco da tarde então a cafetaria estava cheia, a fila do café quase chegava até a porta de entrada. Não deixei de notar o tenente a minha frente, ele estava com as mãos no bolço e olhando o relógio de teto acima dos atendentes. Estava impaciente porque ele quer tanto ter-me em suas mãos, ele precisa voltar ao trabalho se não ele nunca irá me encontrar, bom acho que é isso que ele pensa. Pobre homem, tão bonito porem tão ingenuo, o pobre inocente não sabe de exatamente nada.
Ele parou de olhar para o relógio e olhou para frente, depois voltou-se para mim, com um sorriso a brincar-lhe nos lábios
- Fila enorme, não ? -ele disse, eu concertei meu óculos novamente e sorri.
- Sim -balancei a cabeça afirmando- enorme
- Lembra-se de mim? ou estava bêbada de mais para lembrar-se ?
- Oh, sim -murmurei- Lembro-me bem -deixei escapar uma risadinha- E eu não estava bêbada
- Oh -ele levantou as sombra-celhas - Então você sempre faz isso?
- A maioria das vezes
- Então você quebra regras.
- Oh, não, não -murmurei- Ando na linha
- Não fique com medo, não irei prende-la por isso
- Por um momento achei que fosse
- Meu nome é Bieber, Tenente Bieber -ele estendeu a mão para mim assim que a fila andou, eu apertei a mesma com um meio sorriso
- Eu sei, vi você falando sobre os assassinatos no noticiário
- E qual é o nome da moça bonita ?
- América.
- Ho -ele sorriu- Lindo nome
- Obrigado
- Não a de que. -Ele falou, e tive a leve impressão de que aqueles olhos caramelados estavam a flertar comigo. Seria burrice minha me interessar pelo cara que quer me prender? Acho que sim. Dispensei tais pensamentos e olhei para meu relógio de pulso, já haviam passado dez minutos.
- Vejo que esta com mais pressa que eu
- Oh, eu tenho que levar o café pro meu chefe e só tenho cinco minutos. -Murmurei, ele sorriu e afastou-se um pouco da fila
- Pode ir na minha frente
- Não... Bem ... Não sera preciso
- Eu insisto
- Se você insiste -eu sorri-
* * *
- Olá? -Perguntou Kara, saindo da banheiro, ela morreria nua, assim facilitaria o trabalho dos legistas. de tirar as roupas dela. Abaixei minha mascara e escondi-me atrás da porta de sua cozinha. - Olá ? -pudi ouvir ela chamar de novo. Assim que a vi entrar na cozinha, empurrei a porta devagar a fechando, Kara virou-se bruscamente quando a porta se fechou por completo
- Olá -falei, a mesma gritou, oque eu já havia previsto
- PUTA MERDA VOCÊ É MULHER -ela gritou, eu deitei cabeça no ombro e a olhei bem, quando ela gritou novamente eu enfiei a faca em seu estomago, ela dobrou-se apertando a barriga. -
- Cala a boca, vadia -sussurrei, e tirei a faca de sua barriga ela caiu no chão contorcendo-se e abraçando a barriga que sangrava - Você gosta de falar não é ? -perguntei, ela não me respondeu, como respostas só as lagrimas e os gemidos de dor- Então vamos ver se consegue falar sem a língua. -falei entregando a faca a ela- Vamos lá, você corta sua língua ou eu te mato
- Por ... por favor não -ela gemeu
- Por... favor.. por favor -brinquei- Não pedi que fizesse , eu mandei
- SOCORRO, SOCORRO -ela gritou e eu dei um chute em seu estomago ensanguentado - HAAR
- Quem você acha que vai vim te socorrer em? Os seus vizinhos? O de porta saiu , e o de janela também. Então você que sabe, ou corta ou morre - Falei apontando a marreta para ela
- Por... porque eu ?
- Porque você fala de mais, agora corta a merda da língua
- Vai me deixar ir ?
- Vou -falei, ela sentou no chão ainda com uma mão no estomago e outra na faca, abriu a boca , tirou a mão da barriga, puxou a língua para fora, e com dor ela cortou. -sangue respingava para todo seu corpo descoberto.
- Bom, agora você vai morrer -Falei pegando a faca de sua mão, ela arregalou os olhos- Eu disse que te deixaria ir, só não disse pra onde -enfiei a faca no cós da calça e levantei a marreta até acima da cabeça e deixei meu braços caírem, novamente a marreta caia sobre mais uma vítima como uma bigorna, de primeira acertei a cabeça, ela caiu e então eu continuei, continuei até quase afundar sua cabeça no chão ensanguentado na cozinha. o pedaço da língua estava ao lado do corpo onde sempre deveria estar esse tempo todo. Fora da boca daquela maldita. Com o sangue dela eu escrevi no espelho no banheiro "O DIABO TE ESPERA DE BRAÇOS ABERTOS", eu gostava de deixar essa mensagem sempre que podia, assim todos saberiam que foi o cereal killer atacando novamente.
* * *
- Eu... eu... eu não estou muito bem, ela era a minha única amiga na cidade -choraminguei para o Tenente




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